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18 de agosto de 2014

A Proéxis e o Preparo Pré-Intermisssivo - APEX

A Proéxis e o Preparo Pré-Intermisssivo

VIII Jornada de Saúde

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Evolutividade planejada (Evoluciologia) - Tertúlia 13.08.14 - verbete 3113

Evolutividade planejada (Evoluciologia) - Tertúlia 13.08.14 - verbete 3113

10 dicas para otimizar a Assistencialidade



10 dicas para otimizar a Assistencialidade:

A forma mais assertiva de evoluir com rapidez é investir ostensivamente na interassistencialidade. Entretanto, sair das trincheiras do próprio umbigo para se ocupar com problemas alheios não é simples para a maioria das consciências. Pode até ser fácil na teoria, mas na prática é outra realidade. Segue abaixo 10 dicas resumidas e introdutórias para otimizar a assistencialidade interconsciencial:

1. Qualifique o trabalho voluntário. Use sua inteligência e demais capacidades pessoais para fazer do voluntariado uma real e concreta oficina de assistência multidimensional. Os assédios e as pressões ocultas ocorrem quando se tenta usar o trabalho voluntário como plataforma de autopromoção, status ou meio de conseguir poder. Não se renda a ilusão de poder, a politicagem, as fofocas ou as pequenas ações anticosmoéticas. Doe seu tempo, suas energias e seus conhecimentos com a intenção fraterna, sendo realmente honesto consigo mesmo. O trabalho voluntário deve ser uma porta para a policarmalidade e não uma fenda para o abismo do ego.

2. Não pense mal do assistido. Um gesto comum do assistenciólogo principiante é ficar julgando o assistido durante o processo de auxílio. Quem se propõe em ajudar não deve ser mais um emissor de pensenes tóxicos pois a megafraternidade é justamente o oposto. Acolher é saber respeitar o nível do outro sem exigir que ele seja igual a você. Outro ponto importante é não ter o triunfalismo de sentir-se superior ou mais avançado que os assistidos (vaidade). A postura mais correta é a neutralidade mental e a prontidão energética em decorrência do que pode acontecer. Ser assistente é um exercício de potencializar a intenção fraternal e de anular o instinto belicista.

3. Não imponha sua vontade. A assistência é um exercício de abnegação em favor do crescimento alheio frente suas necessidades evolutivas. A maturidade real é ajudar visando que aconteça o melhor para todos, baseado na sua realidade íntima, e não que seja do seu jeito. Fazer “assistência” com o preceito que aconteça tudo como “eu quero” geralmente predomina a assedialidade travestida de amparo. Atuar como amparador é saber respeitar o livre-arbítrio, sem forçar a barra ou fazer pressão, ainda que a pessoa esteja errada (segundo sua opinião). Insistir para a pessoa “aceitar” o modo como você pensa chama-se doutrinação.

4. Pense mais nos outros e menos em você. Começar a pensar nos problemas e necessidades dos outros, quando os mesmos não podem oferecer nada em troca, é divisor de águas intraconsciencial. Não se importar com o sofrimento de quem “está ao lado” é naturalmente falta de inteligência evolutiva. Obviamente, a situação oposta e extrema de quem só pensa no cosmos sem um mínimo de autocrítica e autorreflexão é conduta patológica. Ser menos egocêntrico é passo fundamental pois, a rigor, o Serenão é o veterano da assistência interdimensional universalista e não um tarefeiro da exaltação de si mesmo. Você está pronto para ajudar de modo anônimo, sem receber nenhum agradecimento ou reconhecimento?

5. Amplie a satisfação benévola. Um traço básico de quem mexe com assistência é a satisfação benévola, ou seja, o sentimento de realização ao fazer o bem. Quando se aprofunda na fraternidade emergem amparadores de vários níveis, informações de várias fontes e sensações de júbilo frente às manifestações multidimensionais. Quanto mais você conseguir gerar e se conectar com sentimentos elevados, dentro da autopensenidade, maiores serão os resultados de uma vida frutífera dedicada a harmonização do cosmos. A assistencialidade avançada é milionária em satisfação benévola e bilionária em sanidade mentalsomática.

6. Procure pensar como um amparador extrafísico. Uma técnica que ajuda a sair da obviedade cotidiana é se colocar no lugar de uma consciex e se perguntar: o que um amparador avançado faria no meu lugar? Dessa forma, ocorre certa evocação de padrões mais elevados e também a criação do hábito de exercitar a lucidez de cunho multidimensional. Outro ponto importante é estar atento e aberto para interagir com os amparadores dos outros. Ter postura de amparador não o torna, magicamente, um ser mais qualificado, mas com o tempo a sua vontade e intenção podem melhora-lo. Seja um amparador intrafísico ou um representante de sua equipe extrafísica.

7. Use o discernimento para fazer a tares. Quem descobre a tarefa do esclarecimento (tares) pode errar a dose, enquanto principiante, achando que tudo é resolvido no “tacape”. Entretanto, um ponto mais sério, para aqueles que passaram dessa fase inicial, é ponderar sobre a intencionalidade da tares realizada. A intenção é realmente ajudar ou de “espetar” alguém? Por exemplo, as mesmas palavras ditas ou expressadas podem ser altamente fraternas ou terrivelmente assediadoras de acordo com as emoções e energias envolvidas. Tares não é sinônimo somente de impactoterapia pois é também acolhimento, orientação e encaminhamento. Tares: fraternidade mental.

8. Promova e estimule a interdependência. As ações assistenciais mais evoluídas promovem, em maior ou menor grau, a interdependência. Ou seja, é o meio termo sadio entre a dependência (insuficiência, submissão, insegurança) e a independência (o fechadismo, as interações nulas, o “lobo solitário”). Isto é, o assistenciólogo veterano promove a autonomia consciencial que permite o próprio indivíduo ditar a velocidade de sua evolução. Quem tem guru é dependente. Quem ignora a multidimensionalidade possui falsa independência. Você é dependente dos amparadores? Qual o seu nível de interdependência quanto ao prioritário?

9. Doe sua energia ao máximo. Em processos assistenciais que envolvem mais as questões bioenergéticas, o ideal é fazer amplas exteriorizações com o máximo de suas potencialidades. Ou seja, utilizar o princípio “que eu morra, mas que a pessoa se salve”. Apesar de parecer uma atitude extremista, ajuda na doação mais intensiva, com menos reserva, em favor dos outros. Avalie se existe algum medo de exteriorizar as energias como se fosse “desvitalizar” ou mesmo morrer: “e se eu doar tanta energia ao ponto de dessomar?” (pensene inseguro). Sua exteriorização energética tem expressividade tanto na quantidade quanto na qualidade?

10. Coloque a assistencialidade em tudo. Com a ampliação gradual das ações fraternas e da própria satisfação benévola a tendência é colocar a assistencialidade em tudo. Obviamente, essa ação pode ocorrer em apenas uma vida ou levar milhares de anos. Toda expressão assistencial é importante, ainda que esporádica, mas o grande diferencial está em fixa-la no cotidiano. Em outras palavras, é introduzir as posturas fraternas na área familiar, no campo profissional, nas projeções interdimensionais, na escrita, os trabalhos energéticos, nas amizades e assim por diante. Isto é, ajudando as pessoas que encontra, equilibrando os lugares por onde passa e desassediando no que for possível. Em quais áreas de sua vida a assistencialidade já está razoável?

Em geral a megafraternidade ocorre pelo binômio franqueza-educação de quem se esforça em ver as pessoas e o mundo melhor. Quem “respira assistencialidade” não deixa espaço para a competição. Por isso, esse tema acaba sendo um grande desafio para todos que possuem um corpo humano. Quer ter amparo? Então faça mais assistência e menos pose. Que tal assumir agora mais atividades que trarão autogratificações depois da dessoma? Minha prioridade está em segundo plano?


 
Esse texto traz apenas informações básicas.
Estude! Se aprofunde mais no assunto!
E não acredite em nada. Experimente!

Por Alexandre Pereira.


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10 dicas para otimizar a pensenidade – ver texto.
10 dicas para otimizar a cosmoética – ver texto.
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15 de agosto de 2014